«É a vida!»
Uma das piores experiências que conheço, é quando sabemos que quem mais gostamos não nos escolhe para estar “perto” quando mais precisa.
As consequências dos «sentidos únicos» são perfeitamente óbvias e as prioridades que escolhemos levam-nos à «felicidade» que optamos.
Mesmo sabendo tudo isto, mesmo preferindo qualquer outra forma de encararmos as vicissitudes, a silenciosa dor desta percepção dilacera com um vagar insuportável.
Dilacera porque deixamos. E porque se calhar merecemos.