Silabada Infausta

Tretas pessoais. Coisas intransmissíveis. Um silabário em breviário.
Postas Cardápio

sexta-feira, julho 30, 2004 

Muito eloquente, Barney.


E psicótico, eu?! >:\

S.I.
21:41  |  Hã? - (0)

Rauf?!... >:p


Barney
16:15  |  Hã? - (0)

quinta-feira, julho 29, 2004 

Ah!


- Que composto que está este humilde recanto! Barney! Traz a melhor toalha de linho do baú de pinho! Temos malta muito distinta para o jantar!
- Auf?! GrrrRau! Grunf!
- Ah, cão ingrato! Com mil milhões de pulgas sarnentas! Eu sabia que devia ter escolhido um Pastor-Alemão como o Rex!
- Grauf!?? Graaauf! Grunf!! Rauf!...
- Pois. Um bife do lombo?...
- Grauf! :)
- (Raio de labrador interesseiro...)
- Grauf! Grrrr!
- Não, não, nada...
- Grrr... Grunf.
- Sim, obrigado.

Aham!... Snif! Snif!

Que a blogosfera trema de antecipação!
Que todos os elfos do hipertexto se congratulem em danças e cantares celestiais!... Que se embrenhem em orgias arcanas, sedentos de conhecer, de agarrar, de... Aham!... Desculpem.

Ergamos nossos escritos em prol de uma blogosfera mais fresca! Mais candente! Sem cáries! Sem máculas ou matráculas!

Que se inicie a faustosa tarefa de servir e bem servir, para ler e fugir a sorrir!

- Esta foi boa, Barney! Eh, eh!
- Grauf.
- Como plagio?
- Rauf, grauf raaauf! Auuu!
- Eh! A métrica está muito bem, tens é que arrastar um bocadinho ali a sílaba do "gir". Assim: "giIr a sorrir!"
- Grunf.
- (Era o rex... O Rex é que era...)
S.I.
19:57  |  Hã? - (0)

Errata


Os muy nobres dignatários deste belogue solicitaram-me, via correio azul electrónico, que participasse na edificação do mesmo.
Muito me regozijando com o convite, cabe-me no entanto esclarecer uma questão factual, óbvia e inequívoca:

- Deve haver engano.

Não é que não me agrade a ideia, mas parece-me que estou aqui a jeito de penetra.
A única coisa em que estou habituado a participar é na fuga aos impostos e sessões de insultos, muito embora na maioria das vezes na qualidade de insultado.
Deve ter sido erro na secretaria.
Podem confirmar com a dona Adélia, da recepção?


Carlos
18:43  |  Hã? - (1)

Cuidado! Essa...


... escrivaninha era do meu avô.

Hum! Acho que ficaria melhor ali do lado esquerdo da janela. Não acha?
Sim! Fica muito melhor. Hum... pensando melhor aí dá muita claridade. O melhor é pô-la um pouquinho mais para a direita. Isso! Agora sim já está bem melhor.

E as penas? Ainda vai buscá-las? Como quer que eu escreva sem as minhas penas. E a tinta Nanquim, não se esqueceu pois não? Ah! Este papel não é o que eu uso. Vá comprar se faz favor.

Só faltam as palavras. Hoje estou muito parca delas. Talvez amanhã, não acha?

PS:

O convite ainda se mantém? :o)
M.C.
16:13  |  Hã? - (1)

Só um momen... Hung!... D. Ana...


Hang!... Vou pôr... Ahhh!... a escrivaninha... Argh!... Aqui... Anh!... Na sala. Ahhh!



Pronto. É uma honra! Espero que esteja confortável!

Agora, vou ver se mato um borrão e arranjo umas penas de pato ali no quintal da vizinha.

Anda, Barney!
S.I.
15:29  |  Hã? - (0)

quarta-feira, julho 28, 2004 

E agora: Almeida Garrett!


«(...)Houve aqui há anos um profundo e cavo filósofo de além Reno, que escreveu uma obra sobre a marcha da civilização, do intelecto — o que diríamos, para nos entenderem todos melhor, o Progresso. Descobriu ele que há dois princípios no mundo: o espiritualista, que marcha sem atender à parte material e terrena desta vida, com os olhos fitos em suas grandes e abstractas teorias, hirto, seco, duro, inflexível, e que pode bem personalizar-se, simbolizar-se pelo famoso mito do cavaleiro da mancha, D. Quixote; — o materialista, que, sem fazer caso nem cabedal dessas teorias, em que não crê, e cujas impossíveis aplicações declara todas utopias, pode bem representar-se pela rotunda e anafada presença do nosso amigo velho, Sancho Pança.

Mas, como na história do malicioso Cervantes, estes dois princípios tão avessos, tão desencontrados, andam contudo juntos sempre, ora um mais atrás, ora outro mais adiante, empecendo-se muitas vezes, coadjuvando-se poucas, mas progredindo sempre.

E aqui está o que é possível ao progresso humano.

E eis aqui a crónica do passado, a história do presente, o programa do futuro.

Hoje o mundo é uma vasta Barataria, em que domina el-rei Sancho.

Depois há de vir D. Quixote.(...)»
S.I.
15:52  |  Hã? - (1)

sexta-feira, julho 23, 2004 

E se eu te disser que te amo?



Levas-me a mal?
Arrancas-me o tapete dos pés?
Atiras-me pela janela e carregas na cruzinha vermelha?

Se eu te disser que és linda,
Borrifas-me com ácido sulfúrico concentrado?
Atiças-me a gata encharcada em água fria?
Levas-me a mal?

E que tal se te disser que não há chão, tecto, parede, sofá, cama, mesa como o teu ventre?
Acarinhas-me com uma catana?
Baleias-me trezentos e cinquenta e quatro vezes o externo com aquelas "Uzi" dos filmes da máfia?
Atiças-me duas gatas encharcadas em água fria?
Levas-me mesmo a mal?

E se disser que, se não te ouvir por uma década, arrancarei os teus cabelos louros com uma pinça rombuda?
Se não te ler por um mês, bofeteio-te até te saltar um dentinho?
Se não te olhar por um segundo, afogo a gata em vinho tinto com louro e sal e vendo-a ao restaurante chinês ali da esquina?

Pões aquela roupa interior de cetim branco?
Fazes-me um mimo pelos cabelos?
Fitas os meus olhos por um momento?
Amas-me como sempre o fizeste?

Hum?...

Ao menos sei que, neste exacto momento, estás a sorrir.

E tirei-te uma fotografia textual...

- Olá!

E fico grato por conseguir fazê-lo. Não é muito difícil, quando se fala esta língua.

Parabéns. ;)
S.I.
18:03  |  Hã? - (1)

sexta-feira, julho 16, 2004 

Sócrates nunca gostou de política.


 
Mas, na verdade, mesmo em discordância, sempre defendeu a obediência ao estado como princípio na essência e filosofia da sua conduta.
 
Deus o abençoe.
 
Infelizmente, o vero teve pena de morte.

S.I.
08:02  |  Hã? - (0)
De serviço
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Pretéritos
Lincolantes




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