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quinta-feira, junho 02, 2005
SI-LÁ-BA...
...DAAAAAAAAAA!!
DAAAAA!...
DAAA!...
DA!...
A!...
...
Um erro é tão grande, às vezes, outras nem por isso.
sexta-feira, março 04, 2005
«É a vida!»
Uma das piores experiências que conheço, é quando sabemos que quem mais gostamos não nos escolhe para estar “perto” quando mais precisa.
As consequências dos «sentidos únicos» são perfeitamente óbvias e as prioridades que escolhemos levam-nos à «felicidade» que optamos.
Mesmo sabendo tudo isto, mesmo preferindo qualquer outra forma de encararmos as vicissitudes, a silenciosa dor desta percepção dilacera com um vagar insuportável.
Dilacera porque deixamos. E porque se calhar merecemos.
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
Sobre blogues, amigos, a vida e África.
Umas das desvantagens do desgaste de feitio promovido pelo tempo, é o lapidar de um certo tipo de impaciência.
Em contradição, a verdade é que eu já perdi a paciência para certo tipo de merdas.
Resolução: corto as amarras, levanto a vela e, com alguma paciência e muitas mais opções pela frente, aguardo que o próximo porto seja diferente.
Provavelmente deveria explicar bem isto, não era?
Não estou para isso.
“Votar em branco”
... Lembra-me várias analogias moderadas para aceitar o propósito do acto. Lembra-me que se pode dissertar sobre a utilidade deste feito para exprimir a rejeição e descontentamento sobre o sistema/classe/coisa política; que se pode honrar a “Nobel” lucidez Saramaguiana, meditar bem sobre a senilidade e respeitar os antigos; que a abstenção serve o mesmo propósito, embora dúbio e sujeito à simplória – mas vera – explicação da preguiça e do desleixo...
No entanto, a única coisa que me ocorre é que existem várias situações que são sumárias e inevitáveis na vida, sendo que, a mais derradeira é, sem dúvida nenhuma, a morte.
E lembro-me como muitos gostariam de escolher, tendo como únicas opções o fim e a continuidade, o limbo.
Azar. Não dá.
quinta-feira, fevereiro 03, 2005
Sinais dos tempos
Nestas coisas - perdoem-me o pejorativo à paisana -, como sempre, sinto-me um pouco confuso em relação a quem organizou o quê em colaboração com fulano ou sicrano.
Há coisas do jardim-escola que nunca vão mudar.
Ora!
Este silabário, de quando em quando, também actualiza os linques, ó!...
Sinais dos tempos
É sempre salutar ver um serviço público útil e eficaz.
A mim, sabe-me sempre bem ver a rubrica do “Bom dia, Portugal”: “Falar bom Português”. Ou “Falar bem Português”, ou o diabo.
E sabe-me bem porque sim, ora! - cada um com as suas manias.
No entanto, hoje, fiquei particularmente boquiaberto ao ver-me ensinada uma peculiaridade do substantivo “bebé”. Este castiço galicismo pode ser correctamente antecedido por um artigo definido que varia em género.
Portanto, apresentaram este quadro muito elucidativo:
- O bébé.
- A bébé.
Topam?
Bolas.
P.S. - Este não é um "post" político. Qualquer confusão é pura e inepta estupidez. Ou assim por dizer.
segunda-feira, janeiro 24, 2005
NÃO DEBATO, NÃO DEBATO E NÃO DEBATO. SNIF!
Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.
Bertrand Russell
quinta-feira, janeiro 20, 2005
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