Silabada Infausta

Tretas pessoais. Coisas intransmissíveis. Um silabário em breviário.
Postas Cardápio

quinta-feira, Junho 02, 2005 

SI-LÁ-BA...


...DAAAAAAAAAA!!

DAAAAA!...

DAAA!...

DA!...

A!...

...

Um erro é tão grande, às vezes, outras nem por isso.
S.I.
15:58  |  Hã? - (12)

sexta-feira, Março 04, 2005 

«É a vida!»


Uma das piores experiências que conheço, é quando sabemos que quem mais gostamos não nos escolhe para estar “perto” quando mais precisa.

As consequências dos «sentidos únicos» são perfeitamente óbvias e as prioridades que escolhemos levam-nos à «felicidade» que optamos.

Mesmo sabendo tudo isto, mesmo preferindo qualquer outra forma de encararmos as vicissitudes, a silenciosa dor desta percepção dilacera com um vagar insuportável.

Dilacera porque deixamos. E porque se calhar merecemos.
S.I.
17:39

quarta-feira, Fevereiro 09, 2005 

sexta-feira, Fevereiro 04, 2005 

Sobre blogues, amigos, a vida e África.


Umas das desvantagens do desgaste de feitio promovido pelo tempo, é o lapidar de um certo tipo de impaciência.

Em contradição, a verdade é que eu já perdi a paciência para certo tipo de merdas.

Resolução: corto as amarras, levanto a vela e, com alguma paciência e muitas mais opções pela frente, aguardo que o próximo porto seja diferente.

Provavelmente deveria explicar bem isto, não era?

Não estou para isso.
S.I.
14:45  |  Hã? - (7)

“Votar em branco”


... Lembra-me várias analogias moderadas para aceitar o propósito do acto. Lembra-me que se pode dissertar sobre a utilidade deste feito para exprimir a rejeição e descontentamento sobre o sistema/classe/coisa política; que se pode honrar a “Nobel” lucidez Saramaguiana, meditar bem sobre a senilidade e respeitar os antigos; que a abstenção serve o mesmo propósito, embora dúbio e sujeito à simplória – mas vera – explicação da preguiça e do desleixo...

No entanto, a única coisa que me ocorre é que existem várias situações que são sumárias e inevitáveis na vida, sendo que, a mais derradeira é, sem dúvida nenhuma, a morte.

E lembro-me como muitos gostariam de escolher, tendo como únicas opções o fim e a continuidade, o limbo.

Azar. Não dá.
S.I.
10:28  |  Hã? - (3)

quinta-feira, Fevereiro 03, 2005 

Sinais dos tempos


Nestas coisas - perdoem-me o pejorativo à paisana -, como sempre, sinto-me um pouco confuso em relação a quem organizou o quê em colaboração com fulano ou sicrano.

Há coisas do jardim-escola que nunca vão mudar.
S.I.
18:01  |  Hã? - (2)

Ora!


Este silabário, de quando em quando, também actualiza os linques, ó!...
S.I.
11:51  |  Hã? - (0)

Sinais dos tempos


É sempre salutar ver um serviço público útil e eficaz.

A mim, sabe-me sempre bem ver a rubrica do “Bom dia, Portugal”: “Falar bom Português”. Ou “Falar bem Português”, ou o diabo.

E sabe-me bem porque sim, ora! - cada um com as suas manias.

No entanto, hoje, fiquei particularmente boquiaberto ao ver-me ensinada uma peculiaridade do substantivo “bebé”. Este castiço galicismo pode ser correctamente antecedido por um artigo definido que varia em género.

Portanto, apresentaram este quadro muito elucidativo:

- O bébé.

- A bébé.

Topam?


Bolas.



P.S. - Este não é um "post" político. Qualquer confusão é pura e inepta estupidez. Ou assim por dizer.
S.I.
09:40  |  Hã? - (1)

segunda-feira, Janeiro 24, 2005 

NÃO DEBATO, NÃO DEBATO E NÃO DEBATO. SNIF!




Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.

Bertrand Russell
M.C.
13:10  |  Hã? - (3)

quinta-feira, Janeiro 20, 2005 

O que é que eu dizia?...


S.I.
10:24  |  Hã? - (0)
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